Nome: Clúb Atlético de Madrid Apelido: Colchoneros Data de fundação: 1903 Localização: Paseo Virgen del Puerto, 67, Madri Estádio: Vicente Calderón Maior artilheiro: Adrián Escudero (170) Principais títulos: Campeonato Espanhol (9) Copa da Espanha (9) Recopa da Europa (1) Mundial Interclubes (1) Brasileiros na equipe: * ACOMPANHE AQUI OS RESULTADOS DO CAMPEONATO ESPANHOL |
A “parceria” com os bascos durou pouco. Logo em 1907, o time se desligou do Athletic em definitivo, e pediu registro próprio no mesmo ano. No entanto, a equipe seguiu utilizando os uniformes do Blackburn. Em 1911, porém, uma comissão do clube foi à Inglaterra tentar comprar as roupas do time do sul do país. Como não encontraram o que desejavam, os dirigentes levaram à Espanha o uniforme do Southampton, que tinha listras vermelhas e brancas. Assim, as novas vestimentas foram adotadas pelo Atlético e permanecem até os dias atuais.
Nos primeiros anos, o Atlético de Madrid não conseguiu nenhum resultado expressivo em campo. Prova disso é que o primeiro título importante viria apenas em 1939, quando o clube venceu o Campeonato Espanhol.
Os primeiros anos foram de tal dificuldade para os “colchoneros” que logo na sua segunda participação na competição nacional a equipe seria rebaixada, e só voltaria à elite em 1934. Mesmo assim, só retornou porque o número de equipes da divisão principal subiu de dez para 12.
Dali até o fim da década, porém, houve um crescimento, e a equipe conseguiu se equivaler aos principais times do país. Em 1939, acabou se fundindo com o Athletic Aviación, e se tornou o Athletic Aviación Club. Sob a nova alcunha e a direção do famoso ex-goleiro Ricardo Zamora, o clube conquistou seu primeiro título do Campeonato Espanhol (e o primeiro relevante em sua história) na temporada 1939/40, e repetiria a dose no ano seguinte.
Em 1941, sofreu interferência do regime ditatorial de Francisco Franco, e passou por nova mudança de nome. Como Athletic Aviación faz menção à língua basca, o governo ordenou a troca para Atlético Aviación.
Em 1947, mais uma mudança de nome. O Atlético de Madrid cancelou a fusão com o Athletic Aviación, e passou a ter o nome que possui atualmente. E, como já ocorrera anteriormente, a alteração fez bem para o clube. Logo na temporada 1949/50 veio mais um título nacional, que seria repetido no ano seguinte.
Daí em diante, mais um período de jejum. Uma nova conquista só aconteceria no fim da década. Na temporada 1959/60, o Atlético de Madrid garantiria seu primeiro título da Copa da Espanha. Era o começo de uma era vitoriosa para o clube, talvez a maior de sua história. Na temporada 1960/61, o clube conquista seu primeiro troféu internacional ao derrotar a Fiorentina, da Itália, na final da Recopa da Europa.
Na década de 1960, foram dois títulos do Campeonato Espanhol. No início dos anos 1970, a seqüência melhoraria, com mais uma conquista nacional e um vice-campeonato da Liga dos Campeões, com derrota para o Bayern de Munique.
Como o clube alemão abriu mão de disputar a Taça Intercontinental daquele ano, o chamado Mundial Interclubes, o Atlético de Madrid foi disputar a taça contra o Independiente, da Argentina. Venceu os sul-americanos em dois confrontos e sagrou-se campeão mundial sem vencer a Liga dos Campeões.
O bom momento não se estenderia às décadas seguintes. Nos anos 80 e 90, apenas um Campeonato Espanhol conquistado e nenhuma campanha memorável em competições européias. O pior momento do clube viria em 2000. Depois de péssima campanha, foi rebaixado para a segunda divisão, de onde voltaria na temporada seguinte.
Mascote
A mascote do Atlético de Madrid é um índio vestido com as cores do clube. A explicação para a escolha é uma simples inspiração no instinto guerreiro dos jogadores, que batalham por vitórias no seu campo.

Mascote do Atlético de Madrid
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