Jones queria examinar o golfe tacada por tacada, mostrando ao público cada equipamento dentro do contexto de um problema ou erro comum do dia-a-dia. Cada episódio começa com uma cena cômica na qual participavam as maiores estrelas da época, incluindo W.C. Fields, Edward G. Robinson, James Cagney e Douglas Fairbanks. Tais cenas se baseavam em personagens bem-humorados e estereotipados da época, como o chefe que sempre sai da empresa para jogar golfe e a mulher chata que, na verdade, é mais esperta do que o marido. Jones aparece como ele mesmo, um observador preocupado, pronto para ajudar a resolver quaisquer problemas relacionados ao golfe que o personagem principal apresentasse em cena.
Jones relembrou: "havia a idéia de uma história em cada episódio, mas não tínhamos um roteiro, eles iam inventando tudo na hora. As tramas se concluíam no final de cada curta de 10 minutos e havia muito humor e comédia, com a parte instrutiva inserida no meio de tudo".
![]() Foto cedida Steve Chamberlain Productions Bobby Jones vê os resultados de sua aula com Frank Craven |
As cenas são tão interessantes quanto as aulas de golfe, já que trazem exemplos da maneira falastrona de antigamente e do estilo de vida já enterrado que envolvia cachimbos, chapéus, camisas brancas engomadas, suéteres de gola "V", meias com desenhos de losangos multicoloridos e calças curtas. Além das aulas de golfe, as cenas nos ensinam que, na década de 30, ser falastrão era uma forma de arte. Esses perdedores antigos conseguiam irritar uns aos outros sem falar nenhum tipo de palavrão. O hábito de ser agressivamente arrogante parece ser uma forma de arte perdida.