História

 

Cabofriense


Nome: Associação Desportiva Cabofriense

Data de fundação: 1997

Localização: Rua Treze de Novembro, 386 - Centro - Cabo Frio - RJ, Cep 28.910-000

Estádio: Alair Corrêa

Principais títulos

Campeonato Estadual da Segunda Divisão (2):1998 e 2002

Destaque na temporada 2007: Marcão

* ACOMPANHE AQUI OS RESULTADOS DO CAMPEONATO ESTADUAL DO RIO

A Associação Desportiva Cabofriense surgiu após o encerramento de outra agremiação da cidade Cabo Frio, a Associação Atlética Cabofriense. Deste clube herdou as três cores, o vermelho, o verde e o branco. A inauguração ocorreu no dia 2 de fevereiro de 1997.

O estádio da Cabofriense leva o nome do presidente de honra do clube Alair Corrêa, mas seu primeiro presidente foi Valdemir Mendes, que não quis deixar a cidade da Região dos Lagos sem um representante de peso no futebol carioca.

Em seu primeiro ano de vida, a Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro, a FFERJ, convidou o clube para integrar a Terceira Divisão do Campeonato Estadual. Em sua primeira disputa alcançou o vice-campeonato e conseguiu o acesso para a segunda divisão.

Em 1998, em seu segundo ano de existência, a Cabofriense consagrou-se campeã da divisão de acesso. No jogo final, no dia 5 de julho, a equipe venceu o Campo Grande por 2 a 0, com gols de Sharle e Charles Guerreiro.

A agremiação chegou a se chamar Cabo Frio Futebol Clube, pois o clube enfrentava problemas com questões trabalhistas. Em 2000 o problema foi sanado e o time pôde reassumir o nome que carrega até hoje, Associação Desportiva Cabofriense.

Em 2001, após uma pífia campanha, o clube voltou para a segunda divisão, mas conseguiu o retorno após ganhar o torneio da segunda divisão do Estadual. Na fase final, obteve sucesso sobre o Macaé, Arraial do Cabo e Rio Branco. Desde 2003, a Cabofriense se mantém na elite do futebol do Rio.

Neste mesmo ano, o técnico Dario Lourenço assumiu e a equipe começou seu trabalho de estruturação, contratando algumas boas peças como Têti, Flávio, Bira, Marcelinho e experientes jogadores, como o volante Marcio Costa, que atuou em times como Fluminense, Flamengo e Corinthians.

No ano seguinte, o clube alcançou a modesta oitava colocação no Estadual. Já em 2005, Paulo César Gusmão tornou-se técnico da equipe e se reforçou com o auxílio das pratas-da-casa, assim como o meia Têti, pouco aproveitado pelo Botafogo, o goleiro Flávio, Oziel e a revelação Joílson. A Cobofriense alcançou a inédita sexta colocação, um motivo de festa para a cidade.

O ano de 2006 foi mágico para a equipe, pois ela terminou na quarta colocação e chegou às semifinais nas duas fases da competição. Na Taça Guanabara, o time empatou com o América por 1 a 1 e perdeu nos pênaltis. Na Taça Rio, a Cabofriense nova igualdade no placar, agora com o Madureira, e outra derrota na disputa por pênaltis.

A parceria com o Cruzeiro serviu para a equipe manter o bom nível técnico, se reforçar com peças importantes como o volante Marcão e obter uma boa qualificação. Chegou à semi-final da Taça Rio, perdendo a vaga na final para o time do Botafogo em dois jogos no maracanã. O primeiro terminou 2 a 2 e o segundo foi 3 a 1 para o Alvinegro.

MASCOTE

A mascote da Cabofriense é um Marlim Azul, que é uma espécie de peixe. O símbolo foi escolhido pelo fato de a equipe se localizar em Cabo Frio, na Região dos Lagos do Rio, cidade que é conhecida como a capital oficial do marlim azul.


Mascote do Cabofriense