Nome: Criciúma Esporte Clube Apelido: Tigre, Tricolor Data de fundação: 1947 Localização: Rua Treze de Maio, s/nº – Criciúma-SC Estádio: Heriberto Hulse Maior artilheiro: Vanderlei Mior (84 gols) Principais títulos: Campeão da Copa do Brasil (1): 1991. Campeão Brasileiro da 2ª Divisão (1): 2002. Campeão Brasileiro da 3ª Divisão (1): 2006. Campeão Catarinense (9): 1968, 1986, 1989, 1990, 1991, 1993, 1995, 1998, 2005. Destaque na temporada 2007: Jean Coral *ACOMPANHE AQUI OS RESULTADOS DO CAMPEONATO CATARINENSE |
A primeira partida do time aconteceu dois dias após sua inauguração. O adversário foi o São Paulo da Vila Operária e o resultado não foi dos melhores para a equipe catarinense: derrota por 4 a 0.
O primeiro título da história do Comerciário aconteceu em 1968. A façanha ocorreu no Campeonato Catarinense. Na decisão, o time enfrentou o Caxias de Joinville e levou a melhor.
Entretanto, assolado por uma crise financeira, o Comerciário fechou suas portas em 1970 e parou de disputar o Campeonato Estadual. O clube só retomou suas atividades na modalidade em 1977, quando passou a disputar campeonatos amadores.
No ano seguinte, no dia 2 de abril de 1978, o time catarinense passou por uma grande transformação e mudou seu nome para Criciúma Esporte Clube, dando molde a atual agremiação, entre as maiores do futebol brasileiro.
A primeira conquista da nova equipe, reformulada para atrair novos torcedores, aconteceu depois de o time trocar suas cores, passando para o amarelo, preto e branco e mudar seu distintivo. O feito ocorreu em 1986 e o clube conquistou pela segunda vez o Campeonato Catarinense.
Em 1989, o time voltaria a vencer o Catarinense, após bater o Joinville na grande final, na qual precisava apenas do empate. Sob o comando do técnico Levir Culpi, o Criciúma garantiu o título após empatar em 1 a 1.
Nos anos seguintes, o clube também se tornaria campeão catarinense, em 1990 e 1991 e conquistaria o tricampeonato estadual, garantindo assim o Troféu Maximiliano Gaidzinski, dado a agremiação campeã três vezes consecutivas ou cinco alternadas.
Ainda em 1991, o time conquistaria o título mais importante de sua história e com isso ganharia reputação nacional e continental. Neste ano, comandados por Luis Felipe Scolari, o Criciúma conquistou a Copa do Brasil de forma invicta e garantiu a vaga para a Copa Libertadores da América no ano seguinte.
Na competição brasileira, o time catarinense eliminou três campeões brasileiros: Internacional, Coritiba e São Paulo. Na final, o Tricolor enfrentou o Grêmio. Na primeira partida no Estádio Olímpico, empate em 1 a 1, gol do zagueiro Vilmar para o Tigre e de Maurício para os gaúchos.
Na volta, com o Estádio Heriberto Hulse lotado e empurrado pela fanática torcida, o Criciúma segurou um dramático empate de 0 a 0 e, por ter feito mais gols como visitante, foi campeão da Copa do Brasil, consagrando o técnico Felipão.
Na competição continental que disputou pela primeira e única vez, o Criciúma terminou a na quinta posição, fazendo uma ótima campanha para um time estreante. Os catarinenses se classificaram na primeira posição de seu grupo e na segunda fase bateram o Sporting Cristal, do Peru. O Tigre acabou eliminado pelo São Paulo, após perder o primeiro jogo por 1 a 0 e empatar o outro em 0 a 0.
Ainda no século 20, o Criciúma conquistou mais três títulos estaduais, em 1993, 1995 e 1998, derrotando equipes como Figueirense, Chapecoense e Tubarão, respectivamente.
Em 2002, o Criciúma conquistou seu segundo título nacional e foi campeão do Campeonato Brasileiro da Série B, após bater o Fortaleza na final por 4 a 3, no placar agregado – derrota por 2 a 0 na primeira partida e vitória por 4 a 1 na segunda.
O sonho do retorno à elite do futebol brasileiro durou pouco e, dois anos após o acesso, o Tigre foi rebaixado. Em 2004, ficou a um ponto do Botafogo, último time fora da "zona da degola" e caiu de divisão juntamente com Guarani, Vitória e Grêmio.
Com a queda, o time catarinense entrou em uma forte crise e, apesar de conquistar o Campeonato Catarinense de 2005, foi rebaixado mais uma vez, desta vez para a Série C. O Tigre se reformulou e, no ano seguinte, conquistou a terceira divisão brasileira, vencendo o octogonal final e subindo de divisão juntamente com Vitória, Ipatinga e Grêmio Barueri.
Mascote
A mascote do Criciúma é um tigre vestido com o uniforme do clube. O felino foi escolhido por ser símbolo de força e garra, características necessárias para superar obstáculos e vencer.
Mascote do Criciúma
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