A Eco Maratona é, na verdade, uma busca por soluções baratas para a utilização de combustíveis fósseis em carros. Universidades de todo o país empenham-se na construção de modelos com consumo mínimo de gasolina ou mesmo movidos a motores elétricos.
Nessas disputas, o mais importante não é terminar a corrida na frente dos concorrentes, mas percorrer a maior distância com o mínimo de gasolina. Ao final da prova, é feita uma média de quantos quilômetros por litro o carro registraria.

Imagem cedida pela Eco Maratona
O percurso é feito em uma pista circular, de asfalto, de 17,2 km de extensão, e cada equipe tem três chances de estabelecer uma marca. Como a preparação para a disputa é demorada, normalmente é realizada uma corrida do gênero por ano.
A primeira edição da Eco Maratona aconteceu em 2004 e foi vencida pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, que estabeleceu um recorde de 150 km/l. No ano seguinte, a instituição ficou novamente com a primeira colocação, com a marca de 396,5 km/l. Na última edição, em 2006, quem levou a melhor na disputa foi a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), com a marca de 598 km/l.
Essas competições normalmente são apoiadas por grandes montadoras de veículos do Brasil. A General Motors, por exemplo, fornece o Campo de Provas da Cruz Alta, em Indaiatuba (SP), para a realização das competições.
Como os carros competidores são protótipos, o design varia de acordo com o engenheiro ou a equipe de engenharia responsável por sua construção.

Imagem cedida pela Eco Maratona
Veja as principais características dos veículos: Motor: Otto de quatro tempos, a gasolina, com tanque com capacidade para até 250 ml (o motor leva esse nome em homenagem ao seu inventor, o alemão Nikolaus Otto). |
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