Ídolos, títulos e artilharia

A seleção holandesa tem um histórico de grandes craques e ídolos. O maior deles foi Johan Cruyff. O jogador era conhecido por sua técnica, disciplina tática e sua forma cativante de jogar. Cruyff esteve no célebre time que revolucionou o futebol na Copa de 1974, liderando dentro de campo o “Carrossel Holandês”, time vice-campeão daquele Mundial. Nesta mesma seleção estava o técnico Rinus Michels, que apesar de não ter entrado em campo, virou ídolo eterno após mostrar ao mundo o “futebol total”.

Cruyff saiu da lendária equipe após a Copa de 1974, mas o lugar de ídolo não ficou vago por muito tempo e foi ocupado por outro grande craque: Rosembrink, que atuou no Mundial de 1978, ajudando o time a chegar em mais uma final, sendo derrotado pela Argentina.

Dez anos depois, surgia uma nova seleção de craques, que levaram a Holanda ao título de campeão europeu. Entre eles estava Frank Rijkaard, que jogava um futebol eficiente, Koeman, fundamental para o meio-campo da equipe, Gullit e o lendário Marco Van Basten, um dos maiores ídolos da história do futebol holandês.

Holanda
Imagem cedida pela Real Federação Holandesa de Futebol
Van Basten foi um grande goleador e demonstrava enorme poder de decisão em momentos difíceis. O jogador conquistou o prêmio da Fifa (em inglês) de melhor jogador do mundo em 1992 e se estabeleceu como um mito do futebol holandês.

Em 1994, no time que foi eliminado pelo Brasil nos Estados Unidos, a Holanda tinha novos ídolos em uma seleção renovada. O zagueiro Frank de Boer comandou a seleção que chegou até as quartas-de-final da Copa. O jogador atuou pela seleção por 112 vezes. Outro atleta que se tornaria ídolo e que permanece como titular até hoje é o goleiro Van der Sar, dono da camisa 1 há quase 15 anos. O goleiro foi o atleta que mais vezes vestiu a camisa do país: 121 jogos.

Porém, o maior ídolo daquele time tão conhecido era o atacante Dennis Bergkamp. O jogador era conhecido por sua técnica apuradíssima, e foi apelidado de “homem de gelo”, devido a sua frieza demonstrada dentro de campo. Bergkamp tinha medo de viajar de avião, o que o impossibilitou na época de disputar algumas partidas pela equipe. O holandês foi autor de um gol contra o Brasil na épica partida de quartas-de-final da Copa de 94, vencida pelos brasileiros por 3 a 2.

Na Copa de 1998 surgiram novos ídolos do país no futebol. Entre ele estava o centroavante Patrick Kluivert. O jogador, que foi dono da camisa 9 por muitos anos, é o maior artilheiro da seleção holandesa com 40 gols marcados. Já o meio-campo era comandado por Phillip Cocu. Sua capacidade de marcar e sair jogando conquistaram os torcedores da Holanda. O meia atuou nas copas de 1998 e 2006.

Atualmente, com uma seleção totalmente reformulada, a Holanda deposita grandes esperanças em jovens jogadores. Entre eles está o atacante Arjen Robben, que defende o Real Madrid e tem na velocidade e habilidade suas grandes armas.

No ataque, como homem-gol, está Van Nistelrooy, que joga ao lado do companheiro Robben no time espanhol. Nistelrooy é titular absoluto no ataque holandês.

Artilharia
Patrick Kluivert é o maior artilheiro de todos os tempos da Holanda. O matador tem 40 gols pela seleção e sua melhor fase pelo país foi em 2000, quando foi o grande atacante da Eurocopa.

Principais títulos

Eurocopa

1988


Participações na Eurocopa

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1960 - Não jogou 1964 - Não jogou 1968 - Não jogou 1972 - Não jogou
1976 - Semifinal 1980 - 1ª fase 1984 - Não jogou 1988 - Campeã
1992 - Semifinal 1996 - Quartas 2000 - Semifinal 2004 - Semifinal
2008 - Quartas