por Craig C. Freudenrich, Ph.D. - traduzido por HowStuffWorks Brasil
Respiração aeróbica
 Imagem cedida pela Biblioteca Nacional de Medicina Os músculos do corpo humano
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Com cerca de dois minutos de exercício, o corpo já responde para suprir oxigênio aos músculos que se exercitam. Quando há oxigênio, a glicose pode ser completamente decomposta em dióxido de carbono e água em um processo chamado
respiração aeróbica. A glicose pode ter três diferentes origens:
- as reservas de glicogênio restantes nos músculos;
- a quebra do glicogênio do fígado em glicose, que chega ao músculo ativo através da corrente sangüínea;
- a absorção da glicose dos alimentos no intestino, que chega ao músculo ativo através da corrente sangüínea.
A respiração aeróbica também pode usar
ácidos graxos das reservas de gordura do músculo e do corpo para produzir ATP. Em casos extremos (como fome prolongada), as proteínas também podem ser decompostas em
aminoácidos e utilizadas para produzir ATP. A respiração aeróbica usaria primeiramente os carboidratos, depois as gorduras e, se necessário, as proteínas. A respiração aeróbica necessita de mais reações químicas para produzir ATP do que os sistemas anteriores. A respiração aeróbica produz ATP em ritmo mais lento, mas pode continuar o fornecimento por muitas horas, contanto que o suprimento de combustível dure.