A ginástica de trampolim foi criada nos Estados Unidos da América em 1936. A modalidade foi inspirada na famosa cama elástica circense. Os atletas fazem acrobacias no ar após saltarem do trampolim, duplo mini trampolim e tumbling (pista reta de solo rápida).
No Brasil, o esporte estava ligado à Confederação Brasileira de Trampolim e Esportes Aquáticos (CBTEA). Porém, em 1999, o esporte passou a fazer parte da Federação Internacional de Ginástica (FIG), sendo anexado à ginástica artística.
A modalidade só passou a fazer parte do programa olímpico em Sidney, no ano 2000. O Brasil, apesar de não ter muito apoio, já ocupa a oitava colocação no ranking mundial. Até 2003, o esporte era chamado de trampolim acrobático, o que gerava muita confusão com as disciplinas de saltos ornamentais. Foi então que inclui-se a palavra “ginástica” antes do trampolim e o “acrobático” foi aposentado. O objetivo é que as pessoas reconheçam com mais facilidade essa prática ainda pouco conhecida no país.
O Brasil nunca conquistou uma medalha olímpica na ginástica de trampolim. Em Sidney alcançou apenas a 16ª posição geral. Em 2004, nos Jogos de Atenas, nenhum brasileiro conseguiu a classificação para disputar uma medalha. O mesmo se deu em Pequim, 2008.