Bethany permanece calma

A verdade é que é quase impossível prever qualquer ataque animal. A melhor defesa é o conhecimento. Os surfistas e os banhistas devem saber se já foi registrada a presença de tubarões em determinada praia. O ataque a Bethany foi o quarto em 20 anos, desde que um surfista Kauai perdeu um membro num ataque de tubarão. Embora seja um acontecimento raro, uma solução para a sobrevivência é estar atento aos prováveis perigos.

A melhor defesa contra um ataque de tubarão é um bom ataque. As medidas abaixo, sugeridas pelo U.S. Department of Land and Natural Resources, podem diminuir o risco de ataques de tubarões:


Foto cedida por Destination Surf
Uma correia como esta serviu para fazer um torniquete no braço de Bethany

  • não nade sozinho
  • nade em áreas seguras
  • evite nadar à noite
  • não nade com ferimentos ainda não cicatrizados
  • evite águas turvas
  • não use jóias ou cores muito contrastantes
  • evite ficar batendo na água
  • não entre na água se houver sinal de tubarões
  • esteja alerta se tartarugas ou peixes estiverem se afastando do local
  • retire peixes mortos da água
  • saia da água se os golfinhos estiverem agitados
A maioria dos ataques de tubarões é inesperada; entretanto, Bethany conseguiu permanecer calma depois do ataque. Em vez de ficar atormentada com o acidente, ela manteve a compostura e nadou para pedir ajuda. O raciocínio rápido de quem estava próximo foi fundamental. O pai de Alana, Holt, usou uma correia para fazer um torniquete para estancar o sangue do braço de Bethany. Tomar decisões rápidas é importante: quanto mais rapidamente a vítima receber ajuda, maiores são as chances de sobrevivência.

Felizmente, a perda do braço não acabou com os sonhos de Bethany - ela simplesmente mudou suas prioridades. Ela quer investir na carreira de fotógrafa, ficando atrás das lentes quando um acidente acontecer.

Para mais informações sobre a sobrevivência de Bethany ou qualquer uma dessas histórias surpreendentes, confira os links na próxima página.