Uma dessas ligas foi a NHL, formada em 1917. Em 1926, era a única liga permanente, então a Taça Stanley foi concedida ao campeão da NHL de cada ano. Nenhuma outra liga reivindicou a taça desde então.
Um jogador batizou seu filho dentro da Taça. Ela foi levada ao topo de uma montanha (Monte Fisher, na Columbia Britânica), e até viajou para Rússia e Japão. Três funcionários do Hall da Fama viajaram com a taça para manter sua segurança. |
Os jogadores gravam seus nomes nos anéis de prata na parte de baixo da taça. Demoram 13 anos para preencher um anel, e chega um ponto que o anel do topo, o mais velho, é removido e colocado no Hall of Fame (Galeria da Fama).
A Taça Stanley que os times carregam no gelo quando vencem o campeonato da NHL não é a Taça Stanley original. Em 1969, os oficiais da liga perceberam que o troféu de 78 anos do Lorde Stanley estava ficando frágil. Preocupados com um possível estrago, eles encomendaram uma réplica exata. A taça original foi aposentada e a réplica é usada hoje em dia.
Se você já esteve no Hockey Hall of Fame (em inglês) (Galeria da Fama do Hóquei) em Toronto, Ontário, para ver a Taça Stanley, você pode não ter visto a Taça verdadeira. Cada ano, todos os jogadores dos times que venceram a Taça podem passar um dia com o troféu. A taça, ainda, viaja 250 dias por ano para eventos de caridade e atividades promocionais da NHL. Quando a taça está fora, uma outra réplica toma seu lugar na galeria. Como notar a diferença? A taça verdadeira tem uma dúzia de nomes escritos errados, como o nome do goleiro Jacques Plante e a palavra Boston na gravação de 1972. Todos os erros estão corrigidos na réplica.