Curiosidades

- Na Olimpíada de Pequim, o sistema de pontuação foi diferente. O campeão não foi aquele que somou mais pontos, e sim, o que juntou menos. Quanto melhor a posição, menor a pontuação recebida. O barco vencedor de cada etapa perde apenas um ponto. O segundo, por sua vez, perde dois, o terceiro, três, e assim por diante. Quem não conseguir completar a regata perde um ponto a mais que o número total de competidores da prova.

- A classe Star, dos bicampeões olímpicos Torben Grael e Marcelo Ferreira, é a que faz parte a mais tempo dos Jogos Olímpicos. Ela é disputada desde 1932, em Los Angeles.

 - Em contrapartida, a mais nova é a RS:X, prancha a vela, que fará parte do programa olímpico pela primeira vez, substituindo a extinta classe Mistral.

- O iatismo foi o primeiro esporte a mudar de nome em toda a história dos Jogos Olímpicos. A modalidade foi rebatizada antes da Olimpíada de Sydney, em 2000, e ficou decidido que a nova nomenclatura seria vela. Tudo isso para acabar com "má fama" de esporte de ricos.

- As classes da vela são diferentes em determinadas competições, como nas Olimpíadas e os Jogos Pan-Americanos, por exemplo. No programa do Pan, a modalidade Yingling não é praticada devido à pouca popularidade desse tipo de barco na América. Já a classe Star, na qual o Brasil já levou duas medalhas de ouro e uma de prata, é muito comum por aqui e em países como Estados Unidos e Argentina, mas não é muito praticada em outros continentes.

- Além das disputas olimpícas e os campeonatos mundiais de vela, uma outra competição chama muito a atenção nesse esporte. A disputa da Volvo Ocean’s Race, que consiste em dar a volta ao redor do mundo em grandes embarcações. O longo torneio é percorrido em barcos da classe Open 70 e na edição 2006, o Brasil 1, comandado pelo bicampeão olímpico Torben Grael, representou as cores brasileiras.

- O mesmo motivo afasta Torben da Olimpíada de Pequim. O brasileiro disputa ao longo do ano a competição a bordo de um barco sueco, o Ericsson Racing, pelo qual foi convidado para ser o comandante.

- Por falar em Torben Grael, o velejador é o maior medalhista olímpico brasileiro de todos os tempos. Em seis Olimpíadas disputadas foram cinco conquistas: prata em Los Angeles-84, bronze em Seul-88, dois ouros – Atlanta-96 e Atenas-2004 – e um bronze em Sydney-2000