Esporte olímpico desde 1896, ou seja, desde a primeira edição dos Jogos da Era Moderna, a natação é uma modalidade muito popular na competição. São dez variações do desporto, entre disputas individuais e em grupo. Dentre elas, as principais são os 50, 100 e 400 metros livres individuais, os 4 x 100 e 4 x2 00 metros livres e 4 x 100 metros medley (a cada 100 metros, um estilo diferente).
A primeira participação da natação brasileira nas Olimpíadas ocorreu em 1920, na Antuérpia, na Bélgica. O representante brasileiro, na época, foi Angelo Gammaro. O nadador, que disputava os 100 metros livres, perdeu logo no começo e não chegou a disputar as semifinais da modalidade. A partir desses Jogos, o Brasil só ficou sem representante nas Olimpíadas de 1924, em Paris.
Um marco do esporte brasileiro aconteceu em 1932, em Los Angeles. A natação nacional levou, pela primeira vez, uma mulher para disputar os Jogos. Maria Lenk competiu e foi a única atleta da América do Sul a disputar o evento.
![]() Imagem cedida pela Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos Crédito: Satiro Sodré/CBDA Maria Lenk |
Outra medalha veio em 1992, em Barcelona, na Espanha. Ali teve início a geração de Gustavo Borges. Além dele, Fernando Scherer, o Xuxa, despontou como um dos melhores nadadores que o país já teve. Borges foi prata nos 100 metros livres, só perdendo para o russo Alexander Popov, grande sensação da época.
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Para coroar a boa geração que a natação brasileira formou na década de 1990, o quarteto formado por Edvaldo Valério, Gustavo Borges, Carlos Jayme e Fernando Scherer faturou a medalha de bronze do revezamento 4 x 100 metros livres nos Jogos de Sidney, 2000.
O resultado mais expressivo da natação brasileira, porém, foi conquistado em Pequim por Cesar Cielo. Cielo sagrou-se campeão dos 50 m livre, a prova mais rápida da natação e trouxe para a natação brasileira o primeiro ouro olímpico.