Brasil

O basquete chegou ao Brasil por meio do professor norte-americano Augusto Shaw, que veio lecionar no Mackenzie College em 1894. Aos poucos, a modalidade foi despertando a atenção dos alunos, até que alguns torneios começaram a ser disputados no princípio do século XX.
Desde então, o país conquistou cinco medalhas olímpicas e outros três títulos mundiais, conseguindo, assim, o respeito de outras nações onde a prática é difundida.

A primeira geração de sucesso do basquete brasileiro foi a masculina, no fim da década de 50. Em 1959, o time que contava, entre outros, com Wlamir Marques e Rosa Branca (até hoje tratados como expoentes da modalidade) - faturou o Campeonato Mundial no Chile. Quatro anos depois, no Brasil, ambos voltariam a comandar o time que se sagraria bicampeão.

No feminino, o primeiro conjunto que chamou a atenção foi o de 1971, que alcançou o bronze no Campeonato Mundial disputado no Brasil e recebeu grande apoio popular. O título, porém, só viria em 1994, na Austrália, com a equipe liderada por Hortência (que mais tarde ganharia o apelido de “Rainha”) e Paula (nacionalmente conhecida como “Magic Paula”, em alusão ao norte-americano Magic Johnson, ídolo do esporte nas décadas de 80 e 90).


Nos Jogos Olímpicos, a primeira medalha veio em 1948, em Londres, na Inglaterra, quando o Brasil ganhou o bronze. A colocação foi repetida em 1960, em Roma, na Itália, e em Tóquio, no Japão, em 1964, sempre com os homens. Já as mulheres chegaram um pouco mais longe. As então campeãs mundiais, comandadas por Hortência e Paula, ficaram com a prata em 1996, em Atlanta, nos Estados Unidos, perdendo na final para as donas da casa. Quatro anos depois, a seleção feminina voltaria a subir ao pódio, mas desta vez no terceiro posto.