A versão mais aceita para a criação do esqui aquático, inclusive pela Confederação Brasileira de Esqui Aquático (CBEA), é a de que um esquiador suíço, ao descer uma montanha, deslizou por alguns instantes sobre um lago, graças à velocidade que adquiriu.
Com o passar dos anos, alguns esportistas promoveram algumas alterações na prática da modalidade: passaram a desenvolvê-la em lugares de temperaturas mais amenas e com o auxílio de uma lancha. Mais um tempo se passou, e o esqui aquático deixou de ser apenas uma brincadeira para se transformar em uma competição de verdade.
No Brasil, o esporte chegou entre as décadas de 1940 e 1950, importado dos Estados Unidos, graças à vontade de algumas famílias paulistanas que começaram a usar suas lanchas para a prática.

Com a modalidade difundida, aos poucos as características do esporte foram passando por nova fase de modificação. Se no início a velocidade atingida pelas lanchas era baixa, hoje ela chega a 230 km/h.
As manobras também evoluíram com os anos. As frágeis marolas formadas pelo motor da lancha que antes serviam de “obstáculo” aos praticantes foram substituídas por acrobacias e giros no ar, uma necessidade para quem disputa esqui aquático na modalidade truques (veja mais no item Regras).
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