Curiosidades

  • A ginástica brasileira e parte da atual geração vencedora da modalidade foram marcadas por uma tragédia no fim da década passada. Em 1997, após uma competição, o ônibus que levava a delegação de ginástica do Flamengo de volta para o Rio de Janeiro bateu em um caminhão desgovernado na Via Dutra. Seis pessoas morreram e outras 14 ficaram feridas. Entre elas, a técnica Georgette Vidor, que ficou paraplégica após o acidente. Mesmo com limitações, ela segue como treinadora do Flamengo até hoje. Úrsula Flores (irmã do jogador de futebol Roger), então vice-campeã brasileira da modalidade, sofreu traumatismo craniano com o choque e foi forçada a encerrar a carreira de maneira prematura. Daniele Hypólito, a primeira dessa geração a se destacar mundialmente, também estava presente no acidente, mas sofreu apenas escoriações leves.

  • A romena Nádia Comaneci é considerada o maior nome da história da modalidade. Em 1976, em Montreal, no Canadá, com apenas 14 anos de idade, a ginasta foi a primeira na história dos Jogos Olímpicos a ganhar nota dez. Na ocasião, ela conquistou três medalhas de ouro, uma de prata e uma de bronze. Quatro anos mais tarde, em Moscou, na Rússia, ela ganharia mais quatro medalhas, sendo duas de ouro e duas de prata.

  • Apesar do currículo vitorioso, Nádia Comaneci não é a maior vencedora da história do esporte. Larissa Latynina, da extinta União Soviética, conquistou 19 medalhas, sendo nove de ouro, cinco de prata e quatro de bronze, entre os Jogos de 1956, em Melbourne, na Austrália, e 1964, em Tóquio, no Japão.


    Imagem cedida pelo Comitê Olímpico Brasileiro
    Crédito: Washington Alves/COB/Divulgação
    Daiane dos Santos

  • A gaúcha Daiane dos Santos ganhou destaque em 2005 ao criar realizar o salto duplo twist carpado, manobra em que a ginasta dá duas voltas horizontais sobre si mesma no ar com as pernas estendidas, formando um ângulo de 90º com o tronco. O movimento foi batizado de “Dos Santos” pela Federação Internacional de Ginástica.