Curiosidades

  • Existem vários nomes para o esporte. No Brasil, ele já foi conhecido como iatismo, enquanto no exterior, é comum a utilização dos termos “sailing” e “yachting”. A mudança de iatismo para vela no país aconteceu em 2000. O objetivo dos dirigentes, àquela época, era acabar com a idéia de que se tratava de um esporte elitista.

  • Além das competições mais tradicionais, como as disputadas em Olimpíadas e Pan-Americanos, existem torneios longos disputados ao redor do mundo em barcos à vela. Atualmente, o mais famoso deles atualmente é a Volvo Ocean’s Race, cujo percurso é uma volta ao redor do mundo em um barco da classe Open 70. Na edição 2006 do torneio, o país foi representado pelo barco Brasil 1. Um dos tripulantes era o medalhista olímpico Torben Grael.


    Imagem cedida por ZDL Comunicação
    Crédito: Lili Adler
    Brasil 1

  • Um dos episódios mais tristes da vela brasileira envolve Lars Grael, medalhista olímpico (bronze em 1988 e 1996), irmão de Torben. Em 1998, em Vitória (ES), um iate desgovernado atingiu o barco no qual ele velejava e amputou sua perna direita. Por ter se afastado do esporte por algum tempo, Lars acabou entrando na vida política, assumindo vários cargos relacionados ao esporte. Entre eles, o de Diretor de Políticas de Esporte e Turismo do Ministério do Esporte e do Turismo (de outubro a dezembro de 2000), Secretário Nacional de Esportes (entre fevereiro de 2001 e dezembro de 2002) e Secretário do Esporte do Estado de São Paulo (entre janeiro de 2003 e março de 2006).

  • Após ter conquistado o título olímpico em 2004, na Grécia, Robert Scheidt decidiu trocar a classe Laser pela Star, na qual passou a competir ao lado do proeiro Bruno Prada. Nela, sagrou-se vice-campeão sul-americano e sexto colocado no Campeonato Mundial. Como a classe Star não foi disputada nos Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro, Scheidt competiu pela Laser. A primeira vez que Robert Scheidt comentou sobre a possibilidade de mudar de categoria foi após as Olimpíadas de 2000, na Austrália, quando ele perdeu o ouro para o britânico Ben Aislie. Em Pequim, oito anos mais tarde, Scheidt conquistou a prata na classe Star.