Regras

O pólo aquático é uma modalidade que mistura diversos elementos de outros esportes mais populares, tais como o futebol, o basquete e o handebol. O objetivo principal dos jogadores é fazer um gol na baliza do adversário.


Cada equipe é composta por sete jogadores. Nenhum dos seis atletas de linha podem tocar na bola com as duas mãos, apenas o goleiro. Além disso, ninguém pode encostar na borda da piscina. O confronto é dividido em quatro quartos de oito minutos cada e, assim como no basquete, o cronômetro só funciona quando a bola está em jogo. Além disso, também há um tempo limite de permanência da bola com uma equipe (30 segundos). Caso um time fique com ela mais do que o permitido, a posse será do adversário.

 
Divulgação/ Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos
Crédito: Satiro Sodré
Mundial de Melbourne (03/2007)

Como a maior parte do corpo dos jogadores permanece submersa, as regras sobre faltas são muito rígidas. Pegar as bolas com duas mãos, afundar quando a bola está em disputa, empurrar o oponente e ultrapassar o limite do tempo de ataque resultam em tiro livre para o time que sofreu a falta. 

Outros lances, porém, são considerados faltas graves. Segurar, agarrar ou puxar o oponente, espirrar água no rosto do adversário e interferir em uma cobrança de falta deixam o infrator fora de jogo durante 20 segundos. A terceira exclusão resulta em expulsão, e o jogador terá de ser substituído. O juiz só pode marcar pênalti quando a falta acontecer a uma distância de 4m do gol e caso o jogador esteja deslocando-se em direção à baliza.