Brasil

O primeiro indício da prática dos saltos ornamentais no Brasil data do começo do século XX, quando atletas treinavam em um trampolim improvisado do Clube Espéria, em São Paulo.


As primeiras plataformas oficiais, porém, começaram a surgir na década de 1910, nos clubes sociais do Rio de Janeiro. A partir daí, o esporte expandiu-se no país e, dez anos mais tarde, o primeiro representante da nação na modalidade, o saltador Adolfo Wellish, iria às Olimpíadas da Antuérpia, na Bélgica - onde terminou na oitava colocação.


Depois disso, o Brasil continuou enviando atletas esporadicamente aos Jogos, mas obteve poucos resultados mais expressivos. Milton Busin ficou em sexto na competição de 1952, em Helsinque, na Finlândia, e César Castro em nono em 2004, em Atenas.


Imagem cedida pelo Comitê Olímpico Brasileiro
Crédito: Wander Roberto/COB/Divulgação

Em Pequim, o melhor resultado entre os brasileiros foi obtido por César Castro, que terminou na 19ª colocação no trampolim de 3 m.