Curiosidades

  • A disputa de saltos ornamentais sincronizados foi incluída no programa das Olimpíadas apenas na edição de 2000, em Sydney, na Austrália.

  • A saltadora Juliana Veloso, maior nome da história do esporte no país com três medalhas em Jogos Pan-Americanos, já admitiu à imprensa ter fraturado mais de 20 ossos durante treinamentos de saltos ornamentais.


    Imagem cedida pelo Comitê Olímpico Brasileiro
    Crédito: Wander Roberto/COB/Divulgação
    Juliana Veloso


  • Atualmente, a grande força do esporte mundial é a China. Dos oito ouros distribuídos nas Olimpíadas de 2004, em Atenas, na Grécia, os asiáticos levaram seis. Os donos da casa e a Austrália ficaram com as outras duas. Em Pequim, a China ganhou nada menos do que sete das oito provas disputadas.

  • A medalhista de ouro olímpica mais jovem de toda a história é atleta de saltos ornamentais. A norte-americana Marjorie Gestring venceu a prova de trampolim em 1936, em Berlim, na Alemanha, quando tinha apenas 13 anos.

  • Não é incomum que alguns atletas errem seus saltos e se choquem contra o próprio trampolim. No Mundial de Esportes Aquáticos, disputado em Montreal, em 2005, a norte-americana Chelsea Davis bateu a cabeça no trampolim e caiu inconsciente na piscina. Amparada pelos médicos, ela se recuperou e não teve seqüelas. Entre os casos do gênero, contudo, o mais notável é o do também norte-americano Greg Louganis. Nos Jogos de 1988, em Seul, na Coréia do Sul, ele bateu a cabeça durante as eliminatórias do trampolim de 3 m, assustando todos os espectadores. Apesar do trauma, Greg também se recuperou, voltou à competição e conquistou a medalha de ouro.