O futebol de 7 é praticado por jogadores com paralisia cerebral. Essa modalidade surgiu pela primeira vez no Brasil, em 1978 e segue as mesmas regras da FIFA, com certas adaptações feitas sob responsabilidade do Comitê de Futebol da Associação Internacional de Esporte e Recreação de Paralisados Cerebrais.
No futebol de 7 não existe impedimento e o arremesso lateral pode ser feito com as duas mãos ou só com uma, rolando a bola no chão como no boliche.
![]() Imagem cedida pelo Comitê Paraolímpico Brasileiro |
O tamanho do campo de grama (natural ou sintética) é de 55 m de largura por 75 m de comprimento. As traves são menores que as utilizadas no futebol convencional (2 m de altura por 5 m de largura). O futebol de 7 é jogado em dois tempos de meia hora, com um intervalo de 15 minutos. Cada equipe tem sete jogadores em campo, inclusive o goleiro, e mais 5 reservas.
Apesar do nome sugerir, essa é uma deficiência motora e não mental. A paralisia cerebral prejudica de várias formas a capacidade motora dos atletas. Porém, diferentemente dos deficientes mentais, eles não apresentam comprometimento intelectual.
Jogam futebol de 7 os atletas das classes C5 a C8, sendo obrigatória a presença de um atleta C5 ou C6 em todos os momentos do jogo a fim de manter o equilíbrio entre as equipes.
Atletas que disputaram o Parapan do Rio de Janeiro
| Nº | Nome | Classe funcional | Estado |
| 1 | Fabiano Rogério Bruzzi | C7 | MG |
| 2 | Fermiano de Queiroz Neto | C7 | MS |
| 3 | Flávio Dino Pereira | C7 | MS |
| 4 | Gilberto Ferreira de Moraes | C7 | MS |
| 5 | Jean Adriano Rodrigues | C7 | MS |
| 6 | José Carlos Monteiro Guimarães | C6 | RJ |
| 7 | Leandro Manso Marinho | C8 | RJ |
| 8 | Luciano Gonçalves Rocha | C8 | MS |
| 9 | Marcos dos Santos Ferreira | C7 | MS |
| 10 | Moisés Tamiozzo da Silva | C6 | RJ |
| 11 | Pedro Ramão Gonçalves | C8 | MS |
| 12 | Renato da Rocha Lima | C7 | MS |
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