Tênis em cadeira de rodas

O esporte foi criado em 1976 nos Estados Unidos. Em 1988 foi criada a Federação Internacional de Tênis em Cadeira de Rodas. Nesse mesmo ano a modalidade estreou nos Jogos Parolímpicos de Seul. Atualmente quem dita as regras do esporte é a Federação Internacional de Tênis.

Atualmente o tênis paraolímpico é uma das modalidades que mais crescem no mundo e o circuito mundial distribui uma premiação acima de 600 mil dólares por ano. O esporte requer muita técnica, velocidade, resistência física, reflexo, precisão e força de seus atletas. Podem disputar os atletas que possuem deficiência em uma ou em ambas as pernas, assim como aqueles que possuem deficiência nos membros superiores e inferiores (tetraplégicos).

 


Imagem cedida pelo Comitê Paraolímpico Brasileiro
Crédito: Mike Ronchi/CPB/Divulgação
Carlos Santos, atleta brasileiro que disputou o Parapan do Rio

No tênis em cadeira de rodas a bola pode quicar duas vezes, sendo que a primeira delas deve ser dentro da quadra. Fora isso, os pontos são conquistados da mesma maneira que no tênis convencional. As partidas são disputadas numa melhor de três sets, com cada set sendo disputado até seis games.

Os equipamentos dos tenistas paraolímpicos têm algumas adaptações como cadeiras mais leves e raquetes que possuem uma tira lateral para dar maior durabilidade.

No Parapan do Rio

Os brasileiros Maurício Pommê e Carlos Santos ficaram com o ouro nas duplas masculina. Carlos Santos também conquistou o bronze na chave de simples. Já as brasileiras Rejane e Samantha ficaram com a medalha de prata na chave de duplas.


Atletas que disputaram o Parapan do Rio de Janeiro

Nome Classe
Funcional
Estado
1 Carlos Alberto Chave dos Santos única DF
2 Maurício Pommê única SP
3 Rejane Cândida da Silva única DF
12 Samanta Almeida de Almeida única GO