A primeira aparição de um time de pólo aquático do Brasil em Olimpíadas foi na Antuérpia-1920. Mais do que isso, a equipe brasileira masculina que entrou na piscina na Bélgica foi a primeira a participar em um esporte olímpico coletivo. Logo na estréia, a seleção ficou em sexto lugar.
O Brasil voltou a participar dos Jogos de 1932, em Los Angeles, quando protagonizou um episódio vergonhoso ao agredir um árbitro húngaro após derrota para a Alemanha.
![]() Imagem cedida pela Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos |
Com o reforço do húngaro Aladar Szabo e do destaque brasileiro, Márvio Kelly dos Santos, o Brasil levou um time respeitável para disputar a Olimpíada de 1960, em Roma, na Itália. Apesar dos reforços, a seleção brasileira não foi muito longe e a campeã foi a equipe dona da casa.
Aproveitando o fato da inexistência de Pré-Olímpicos, o Brasil ainda participou, no pólo aquático, dos Jogos de 1964, em Tóquio, e de 1968, no México, quando ficou em 13º lugar.
Para a Olimpíada de Moscou, na antiga União Soviética, em 1980, foi criado o torneio Pré-Olímpico da modalidade para definir os países com condições de lutar por medalhas e, a partir de então, o Brasil não conseguiu mais se classificar.
A última participação brasileira em Olimpíadas foi em Los Angeles-1984, quando a equipe foi convidada a participar da competição em função do boicote comunista aos Jogos.