A Federação Internacional de Rafting criou uma maneira de classificar os rios de acordo com a turbulência de suas águas. Sendo assim, existem seis classificações, que subdividem os rios de acordo com a dificuldade ou não da travessia de suas corredeiras, aqui incluindo suas quedas d´água e cachoeiras. Esta análise também leva em consideração o nível de água na régua.
Nível I
Ideal para iniciantes. Rios com pequenas ondas.

Imagem cedida pela equipe Bozo D´Água
Crédito: Bozo D´Água/Divulgação
Nível II
É necessário ter conhecimento de algumas manobras básicas, pois as ondas podem chegar a 1 metro. Não há necessidade de reconhecimento por terra do percurso.
Nível III
As ondas já são mais altas, normalmente acima de 1 metro e as passagens são estreitas. Pode ser necessário o reconhecimento por terra do percurso, caminhando-se pela margem do rio.
Nível IV
Os praticantes devem ter um pouco mais de experiência, pois as corredeiras são longas e as ondas são altas e irregulares. É necessário o reconhecimento por terra do percurso. O resgate pode ser difícil.
Nível V
Corredeiras ainda mais complicadas. É necessário o conhecimento de manobras bastante específicas. Além da obrigatoriedade do reconhecimento por terra do percurso, é necessário a montagem de um esquema de segurança e resgate.

Imagem cedida pela equipe Bozo D´Água
Crédito: Bozo D´Água/Divulgação
Nível VI
Estes são quase impraticáveis. Apenas os instrutores e remadores muito experientes podem navegar, após a comprovação de experiência e montagem de esquema de segurança.
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