Introdução


A tecnologia de cronometragem olímpica evoluiu muito desde a primeira vez em que os Jogos Olímpicos aconteceram em Atenas, na Grécia. Mais de 100 anos depois, a sede da primeira Olimpíada moderna está substituindo os cronômetros por uma coleção de aparelhos de cronometragem com alta tecnologia. Alguns destes aparelhos são câmeras digitais de alta resolução, sensores eletrônicos de toque, infravermelhos e transmissores de rádio.

Graças à avançada tecnologia de cronometragem atual, os atletas olímpicos podem ganhar ou perder por uma margem de apenas um milésimo de segundo, o que é 40 vezes mais rápido do que um piscar de olhos. Este tipo de precisão exige uma tecnologia de primeira linha. Atualmente, apenas duas empresas no mundo se enquadram nos padrões de qualidade do Comitê Olímpico. A Omega foi a cronometrista oficial dos Jogos Olímpicos de Inverno de 2006 em Torino, na Itália. Ela também teve este título nos Jogos Olímpicos de Verão de 2004 em Atenas, na Grécia. A empresa que possui este título fornece a tecnologia e a equipe especializada para a cronometragem de mais de 150 eventos durante as competições bienais. A outra empresa, Seiko, manteve o título durante os Jogos Olímpicos de Inverno de 2002 em Salt Lake City, Utah.

Neste artigo, vamos conhecer os mecanismos usados para determinar vitórias por uma fração de segundo e quando um atleta queima a largada, assim como os métodos de pontuação instantânea. Também veremos alguns dos avanços tecnológicos que tornaram tudo isso possível.