A participação brasileira na história dos Jogos

A prática dos saltos ornamentais no Brasil remonta a 1913, quando a primeira competição nacional foi realizada. Porém, o país não registra grandes resultados em Olimpíadas. O país acumula 12 participações em Jogos Olímpicos sem conquistar nenhuma medalha.

A primeira participação de um brasileiro nos saltos ornamentais foi em 1920, em Antuérpia, na Bélgica. Adolf Wellich, que havia sido campeão nacional em 1913, participou dos saltos de plataforma e trampolim, mas foi eliminado logo na primeira fase.

Na Olimpíada de Helsinque, em 1952, o Brasil conseguiu sua melhor colocação na modalidade. Um sexto lugar no trampolim, com Milton Busin, que havia disputado os Jogos de Londres quatro anos antes e ficado em décimo sexto lugar.

De 1976 a 1992, o salto ornamental brasileiro participou de todas as Olimpíadas. Porém, foram cinco Jogos sem conseguir uma posição expressiva. 

Saltos ornamentais
Imagem cedida pela Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos
Crédito: Alice Kohler
Juliana Veloso
Em 2000, na Olimpíada de Sydney, Juliana Veloso conseguiu o segundo melhor desempenho brasileiro na modalidade. Ela terminou em 19º lugar.

Nos Jogos Olímpicos de Atenas, em 2004, César Castro classificou-se entre os 12 melhores competidores no trampolim de 3 m e fez história  levando o Brasil para a primeira final olímpica depois de Milton Busin. O brasileiro ficou com o oitavo lugar naquele ano.

Em Pequim, os brasileiros não foram bem e o melhor resultado foi obtido por Hugo Parisi que terminou a competição na 19ª colocação.