Como funciona o sumô

Autor: 
Ana França

Não há como negar. Em um primeiro momento, quando se pensa em sumô, é comum imaginarmos dois gigantes – praticamente pelados – se agarrando em um ringue um tanto estranho. Mas na verdade o sumô vai muito além disso.

Aliás, nem pense em retratar a luta desta maneira para um japonês ou descendente. O sumô é o segundo esporte mais praticado e reverenciado pelos japoneses, perdendo apenas para o beisebol (hoje, porém, o sumô vem perdendo muitos adeptos para o futebol). As lutas não são apenas lutas e sim verdadeiros rituais que muitas vezes contam com a presença do primeiro ministro e até do imperador.

Sumô
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No Japão, ser um rikishi ou sumotori (como são chamados os praticantes do sumô) não é para qualquer um. E alcançar então a posição de yokozuna – o mais alto estágio dentro da hierarquia do sumô – faz com que o atleta se torne quase que uma divindade por lá.

Cada luta de sumô é precedida por um longo ritual que inclui demonstração de força, levantamento de pernas, entre outros cerimoniais. A luta propriamente dita dura em torno de 10 a 15 segundos. Isso mesmo. Este é considerado o combate mais rápido entre todas as artes marciais. E não há segundo round.

Sumô
Cortesia da Federação Internacional de Sumô

Para vencer, é preciso fazer com que o adversário encoste qualquer parte do corpo, com exceção das solas dos pés, no dohyo, o ringue do sumô (ou seja empurrado para fora dele). Para tanto, ser pesado ajuda, mas não é regra.

Neste artigo, fique por dentro das origens do sumô, regras e técnicas e conheça a dura rotina dos sumotoris.

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