O nascimento do revezamento moderno da tocha

A chama foi reintroduzida às Olimpíadas nos jogos de Amsterdã em 1928. A pira foi acesa, mas não houve revezamento de tochas.

O primeiro revezamento da tocha olímpica foi nos jogos de verão de Berlim em 1936. Carl Diem, um alemão professor de história e secretário geral do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos introduziu o revezamento como um modo de unir outra vez as Olimpíadas modernas com suas raízes ancestrais. A chama foi acesa em Olímpia, na Grécia, como era feita séculos antes. Foi levada até Berlim, na Alemanha, para o início dos Jogos.

O revezamento não foi introduzido nas Olimpíadas de Inverno até os jogos de 1952. Ela foi acesa naquele ano não em Olímpia mas na Noruega, cidade escolhida por ser a capital do esqui. Mas desde as Olimpíadas de Inssbruck, na Áustria, em 1964, todos os jogos, de inverno e de verão, começam com uma cerimônia de acendimento da tocha em Olímpia, na Grécia, seguida pelo revezamento até o estádio.


Foto cedida ANA
O corredor leva a chama Olímpica a partir de Lagadas, Thessalniki, noroeste da Grécia, em 2004. Depois de viajar por 34 cidades em 26 países nos cinco continentes, a tocha volta à Grécia para acender a pira na cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Atenas.

A seguir, veremos como projetistas e engenheiros criam uma tocha olímpica.